Equipamentos lentos, falhas de acesso ou sistemas sem capacidade afetam o trabalho diário numa empresa. Quando estes problemas se repetem, atrasam as equipas, aumentam as intervenções urgentes e dificultam o planeamento dos investimentos em tecnologia.
O serviço de gestão de infraestruturas de TI permite à empresa saber em qualquer momento que equipamentos e sistemas utiliza, em que estado se encontram e quem é responsável pelo seu acompanhamento. Desta forma, torna-se possível antecipar necessidades de atualização, definir prioridades e reduzir problemas futuros.
dedicada aos equipamentos, à manutenção e ao respetivo ciclo de vida;
responsável pelo acompanhamento de servidores, redes, utilizadores, permissões e serviços tecnológicos.
Quando computadores lentos, avarias recorrentes e sistemas obsoletos começam a fazer parte do dia a dia, as equipas perdem tempo à procura de alternativas temporárias, enquanto a origem da falha continua por tratar.
As intervenções acontecem apenas quando o problema já está a afetar o trabalho há algum tempo.
Muitas vezes em PME, sem um inventário atualizado, um histórico das intervenções e responsabilidades definidas, torna-se mais difícil perceber o que falhou e quem deve atuar.
Os pedidos ou podem passar por diferentes pessoas ou a empresa acaba por depender do conhecimento de uma única pessoa sobre equipamentos, configurações e sistemas.
O que aumenta o risco de existirem permissões desnecessárias ou utilizadores sem os recursos adequados à sua função.
Quando não existe manutenção adequada, os equipamentos têm um tempo de vida útil mais reduzido e o parque informático é renovado quando deixa de responder. A empresa precisa de reagir rapidamente sem ter tempo para comparar opções e optimizar o investimento.
Por outro lado, sem o parque informático e as licenças de softwares inventariadas, a empresa pode estar a pagar por tecnologias que já ninguém usa ou comprar equipamentos desnecessários.
Sistemas operativos e aplicações desatualizados podem expor vulnerabilidades e deixar de receber correções de segurança. O risco aumenta quando as contas e permissões também não são revistas após a mudança de função ou a saída de colaboradores.
Falhas frequentes no email ou noutros sistemas utilizados por clientes e parceiros não afetam apenas a operação. Podem transmitir uma imagem de desorganização, comprometer a confiança e prejudicar a reputação da empresa.
Estes sinais não significam necessariamente que toda a infraestrutura tenha de ser substituída. Indicam que é necessário conhecer melhor o ambiente, distinguir prioridades e definir um modelo de acompanhamento adequado à operação.
A Gestão de Parque Informático acompanha os computadores, portáteis, servidores, equipamentos de rede e periféricos. O objetivo é saber o que existe, onde se encontra, em que estado está e que ações devem ser planeadas ao longo do respetivo ciclo de vida.
O serviço pode incluir:
A Administração de Sistemas incide nos recursos que permitem aos utilizadores aceder a aplicações, informação e serviços essenciais ao seu trabalho.
O serviço pode incluir:
A empresa passa a saber que equipamentos, sistemas, versões e utilizadores fazem parte da infraestrutura e quando devem ser substituídos ou atualizados. Esta informação evita reparações urgentes, consequentes paragens da operação e custos associados.
As necessidades podem ser organizadas de acordo com a respetiva urgência e impacto no negócio. Fica também claro quem comunica e autoriza alterações, que tarefas estão incluídas no serviço e quando deve intervir outro fornecedor.
O acompanhamento por uma equipa técnica dá à empresa acesso a diferentes competências sobre equipamentos, sistemas, redes e utilizadores. Permite que os seus colaboradores dediquem mais tempo às atividades centrais da empresa e às tarefas que geram valor para o negócio.
A experiência da Gestisoft em infraestruturas, cloud, cibersegurança e software empresarial ajuda a identificar relações entre equipamentos, sistemas, acessos e aplicações. Esta visão facilita a análise de problemas que não pertencem apenas a um componente.
O âmbito parte do número de utilizadores, equipamentos, localizações e sistemas, mas também da importância de cada recurso para a operação. A empresa contrata o acompanhamento de que necessita, com prioridades e limites definidos.
A definição dos interlocutores, das tarefas incluídas e dos limites do serviço evita zonas cinzentas. A empresa sabe a quem comunicar uma ocorrência, quem autoriza alterações e quando é necessária a intervenção de outro fornecedor.
Conhecer o histórico, o estado dos recursos e as dependências técnicas permite fundamentar recomendações de manutenção, atualização ou substituição. O objetivo é ajudar a empresa a decidir com antecedência, em vez de reagir apenas quando a operação já está condicionada.

disponibiliza recursos tecnológicos, armazenamento e serviços através da cloud;
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procura reduzir riscos, proteger acessos, detetar ameaças e preparar a resposta a incidentes;
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Depende da dimensão da empresa, das competências internas e do âmbito contratado. Quando existe uma equipa interna, o serviço pode complementar a sua capacidade, apoiar áreas específicas ou assumir tarefas operacionais definidas.
Numa PME sem equipa de TI, a Gestisoft pode assegurar tarefas regulares de gestão do parque e administração dos sistemas abrangidos.
Em ambos os casos, a proposta deve esclarecer quem recebe os pedidos, quem autoriza alterações, quem acompanha outros fornecedores e que decisões permanecem sob responsabilidade do cliente.
Sim. A Gestisoft pode definir a estratégia e assegurar a execução dos serviços necessários para a concretizar. Desta forma, as decisões estratégicas são traduzidas em ações acompanhadas pela mesma equipa.
Também é possível contratar apenas a definição e o acompanhamento estratégico, deixando parte da execução a cargo da empresa ou de outros parceiros. As responsabilidades e os serviços incluídos são estabelecidos de acordo com cada projeto.
O serviço pode combinar apoio remoto e presencial, de acordo com as condições definidas na proposta. O apoio remoto é adequado para muitos diagnósticos, configurações, pedidos de utilizadores e ocorrências de software.
A presença no local pode ser necessária perante avarias físicas, instalações, substituições ou intervenções na rede.
Sim. Os serviços podem ser contratados separadamente ou combinados, de acordo com a infraestrutura, as competências internas e as necessidades da empresa.
A Gestão de Parque Informático concentra-se sobretudo no inventário, manutenção e acompanhamento dos equipamentos. A Administração de Sistemas abrange servidores, redes, utilizadores, permissões e serviços tecnológicos.
Antes da proposta, a Gestisoft analisa o ambiente existente para identificar que áreas precisam de acompanhamento e onde existem dependências entre equipamentos e sistemas. Desta forma, o serviço pode começar pelas necessidades prioritárias e evoluir à medida que a empresa precisar.
Uma infraestrutura bem acompanhada começa por saber o que existe, como é utilizado e quem assume cada responsabilidade. A Gestisoft pode organizar o parque informático, administrar os sistemas e definir um modelo de acompanhamento ajustado à operação da sua empresa.
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